18 de jun de 2010

Mercado Macabro

60 CABEÇAS HUMANAS TRANSPORTADAS NUM AVIÃO

Calcule o susto do funcionário ao conferir o conteúdo de algumas embalagens mal acondicionadas e descobrir que se tratava de cabeças humanas!

 
O caso
Um porta-voz da Southwest Airlines, Ashley Rogers, disse que o funcionário ficou muito assustado ao verificar o conteúdo da embalagem: "Como alguém poderia imaginar? Isso não é algo que os nossos funcionários estejam acostumados a ver."
."

"Embora o transporte de amostras humanas para fins de estudos e pesquisas  médicas seja comum , este cliente tentou transportar o carregamento sem observar as normas de embalagem em relação à rotulagem onde  deveria constar as informações corretas."

"Eles estavam em simples recipientes plásticos com tampas sem o selo, presos com fita adesiva e com as mínimas informações sobre o que havia dentro. O funcionário da companhia ao ver os recipientes mal embalados, foi ver o que havia dentro e qual não foi sua surpresa ao verificar que eram cabeças humanas." Após a surpreendente descoberta, o funcionário alertou o supervisor e em seguida o fato foi encaminhado às autoridades locais.
O serviço de investigação disse que não encontrou nenhuma violação da lei federal mas as investigações continuam. O incidente ocorreu em Little Rock, Arkansas, na quarta-feira passada. Agora a polícia questiona de onde vieram as cabeças e se foram obtidas de forma legal.

Mercado negro
"Sabemos que existe um mercado negro envolvendo o comércio de partes do corpo humano para pesquisas ou outro motivo qualquer.", disse o juiz Garland Camper. "Nós apenas queremos ter certeza que estas "peças" aqui não são uma parte desse mercado negro e do comércio clandestino".
As cabeças estavam sendo transportados para o escritório do Fort Worth Medtronic, companhia de tecnologia e pesquisas situada em Minnesota.

Camper descreveu os itens como sendo de 40 a 60 cabeças humanas. Mas Henry disse que eram "quatro exemplares do crânio completo e 40 pares de blocos de orelha do osso temporal." A lei federal proíbe a venda de partes do corpo humano, embora os fornecedores possam ser reembolsados por despesas em casos de pesquisas ou estudos médicos.
"É um negócio altamente  lucrativo, onde rola muito dinheiro", disse Camper. "Nós estamos esperando que este não seja o caso

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