8 de jan de 2011

Até que enfim um Banheiro Gay

A polêmica está aberta: Banheiros homossexuais

Eu já vinha comentando a algum tempo a necessidade de se criar banheiros, entre outras coisas, para as pessoas do chamado "terceiro sexo", uma vez que eles não se identificam com o seu próprio sexo nato, causando constrangimentos em mulheres, homens e neles mesmos, quando utilizam banheiros públicos.

Interessante que esta medida de se fazer um banheiro "Arco Íris", ao ser anunciada pela Escola de Samba Unidos da Tijuca do Rio de Janeiro, causou o maior auê, abrindo uma discussão imediata em torno do assunto homofobia. Mas que homofobia?

O grande problema surge quando pequenos grupos de homossexuais, um pouco mais afoitos e com uma certa tendência a chamar a atenção sobre si, se sentem ofendidos com estas medidas. A grande maioria da classe, e nesta destaco pessoas que eu conheço, não fazem de sua escolha sexual uma polêmica e nem motivo para constrangimentos. Assim deveria ser, cada um na sua, respeitando as leis e a sociedade num todo. Pouco importa a quem quer que seja, o que eu faço da minha vida íntima desde que eu não invada os limites do bom senso, desde que eu, no meu dia-a-dia de estudante, de profissional, aja dentro da lei, respeitando as regras que definem a boa convivência de todos. Mas se eu fizer da minha vida íntima um outdoor público, com certeza terei de arcar as consequencias, seja homossexual ou não.

Percebe-se que alguns homossexuais, denominados de gays, travecos, etc, são descriminados pela própria classe, devido o seu comportamento vulgar, causando constrangimentos nas demais pessoas. Respeito se conquista ,não se obriga.

Vou além na minha colocação que provavelmente não agrade a todos. Temos vivenciado mudanças fantásticas em todos os sentidos e sem dúvida a questão homossexualismo, que sempre existiu desde que o mundo é mundo, conseguiu avanços extraordinários nos últimos 50 anos. Hoje a lei já garante vários direitos ao grupo e muitas coisas ainda em discussão irão beneficiar a classe brevemente. O que se há de refletir e definir, é o respeito à crença das demais pessoas, o que não vem acontecendo. Alguns da classe querem IMPOR o casamento RELIGIOSO (só um exemplo), o que é uma afronta aos cristãos que têm nas leis divinas o ponto forte para a sua orientação de vida.

Não há de se misturar as coisas. Nós mulheres e homens, que seguimos o curso natural das coisas, apesar de respeitar uma opção sexual diferente, também queremos o respeito aos nossos costumes, às nossas crenças e ideologias, o que não está acontecendo. Queremos o direito de manifestar livremente o nosso pensamento sem que sejamos acusados de homofóbicos. Emitir uma opinião não é sinônimo de discriminação, homofobia nem racismo.

Banheiros públicos para gays e travestis, na minha visão das coisas, são muito bem-vindos e devem até virar lei futuramente, beneficiando assim a grande maioria de ambos os lados. Naturalmente o homossexual que age adequadamente, não tem o menor problema em continuar utilizando os banheiros comuns. É uma opção e assim deve ser vista.

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