18 de ago de 2010

Mãe dos pobres, mãe dos burros.

Pobrinhos do meu Brasil, alegrai-vos! Agora tereis uma mãe durona, de temperamento explosivo e exigente para ouvir seus lamentos, embalar vossos filhos e acolher-vos em seus braços esplêndidos e maternos!

Marqueteiro lança a candidata Dilma como a Mãe dos Pobres.
Esta classificação preconceituosa é no mínimo uma afronta ao intelectual dos brasileiros,  porque evidencia a comparação do pobre com a falta de conhecimento, o que significa, de uma forma camuflada, chamar os pobres de burros.
Dilma tem muitas qualidades sim, mas a de mãe é um pouco duvidoso uma vez que já se pronunciou em várias ocasiões como favorável à legalização do aborto e só recentemente mudou o seu discurso para não gerar mais polêmicas.


Filha de um rico empresário búlgaro, Dilma nasceu em berço de ouro, cursou as melhores escolas, nunca soube o que é ser pobre, nunca se engajou em lutas 'sociais' e nunca apareceu em qualquer mídia como modelo familiar. Não será um apelo à chamada 'ignorância política', este marketing colocando-a como "mãe dos pobres"?

Como ela pretende cumprir esta promessa?
Filhos precisam  de tudo aquilo que  os pobres  não têm e que esperam algum dia ter;  uma vida digna, onde a saúde e educação são fundamentais. Dilma, se a Sra. for capaz de sanar esta carência da sociedade, (que o Lula não conseguiu), suprindo as regiões mais distantes, longinquas e esquecidas desse imenso país, onde crianças sequer sabem o que é uma escola, um professor, um médico ou uma simples lâmpada elétrica, com escolas de qualidade e professores qualificados e bem remunerados, poderá então ser uma boa mãe para os filhos desta nação.

Vejamos um pouco da história da nossa pretensa mãe dos pobres:
Dilma Roussef, é filha de um segundo casamento de Peter Roussev, um rico advogado búlgaro, que foi ligado ao Partido Comunista da esquerda na Bulgária e teve que deixar o país por razões políticas. Ela tem um meio irmão búlgaro, Luben Roussev, que vive na Bulgária, além de outros irmãos por parte da mãe que são brasileiros.

Dilma conta em uma entrevista (set/2004) à um jornal búlgaro, que em 1969 ela foi protagonista de um assalto de dois milhões e meio de dólares, roubados da residência do então governador de São Paulo, Adhemar de Barros, quando ela era uma das cabeças da VAR Palmares, uma organização político-militar, marxista-leninista, cuja proposta era cumprir todas as tarefas de guerra revolucionária com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo no Brasil.. Ela justifica a ação do roubo, afirmando que o dinheiro era oriundo da corrupção, portanto era do povo. (* Será que podemos  seguir o exemplo dela? ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão?)

Uma parte do produto do roubo foi destinado à campanha de guerrilha comunista da qual ela e o marido faziam parte, para compra de armamentos e ajuda aos guerrilheiros, a outra parte ninguém sabe ao certo onde foi usado.. O grupo Colina, da qual ela também fazia parte, foi responsável por ataques a bomba, com várias vítimas e assassinatos, entre eles, o do Major alemão Edwad Westernhagen no RJ, que foi morto ao ser confundido com outra pessoa.



Ela e seu grupo praticavam assaltos, sequestros, “justiçamentos”, atentados a bombas, sabotagens e assassinatos, não só contra militares, mas contra integrantes da sua própria organização. Quando foi capturada e presa ela estava armada. O marido, Carlos Araujo conseguiu escapar e só foi preso um ano depois. Dilma foi condenada a três anos por crime de apoio logístico, planejamento e organização de ações armadas . Neste meio tempo seu marido manteve um romance com Bete Mendes (atualmente política e atriz de várias novelas globais). Mais tarde, Dilma se reconciliou com o marido com o qual teve uma única filha.

Seu marido, Carlos Franklin Paixão Araújo, deu um depoimento no DOPS de SP onde declarou que ficou em seu poder com 1.2 milhão de dólares do roubo, dividido em três malas de 400 mil dólares cada uma e que o dinheiro ficou cerca de uma semana, em um apartamento à rua Saldanha Marinho, onde também morava Dilma Vana Rousseff Linhares.

Ano passado Dilma foi beneficiada com uma concessão de indenização por reparação moral por parte do governo brasileiro. (?* Ressarcida por crimes contra a nação?)




Essas 120 cruzes, foram fincadas em frente ao Congresso
Nacional, pelo Grupo ONG TERNUMA , em 2004 e 2005, simbolizando
os mortos pelo Colina e pela VPR da qual Dilma fazia parte, antes e depois da fusão .
Vítimas que eles e a Secretaria de Direitos Humanos fazem
questão de esquecer.

Isso faz parte da História do Brasil e como tal não pode ser maquiada e nem esquecida.
 É direito do povo conhecer a verdade.

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