8 de mai. de 2012

Stefani Vitória, 9 anos está desaparecida



Estefani Vitoria Rochinski está desaparecida no Paraná.


O caso está sendo investigado pelo SICRIDE, polícia especializada em desaparecimentos.

O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou nesta semana as imagens de duas meninas que desapareceram na última semana. Estefani Vitoria Rochinski, de 9 anos, foi vista pela última vez quando saída de casa para a escola, em Porto Amazonas, no sul do Estado, enquanto que Jhulie Gabriele Carvalho Pinto, de 11 anos, desapareceu em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com a delegada-chefe do Sicride, Daniele Oliveira Serighelli, Stefani desapareceu na última sexta-feira (04), por volta das 7h30. O motorista do ônibus que levaria a garota à escola informou que ela não apareceu na sexta-feira. As diligências para localizar a menina foram iniciadas no sábado. No outro caso, Jhulie teria informado a família que iria sair com uma prima de 15 anos, no na quinta-feira (05), mas não voltou para casa.

O Sicride solicita que informações sobre o paradeiro das meninas podem ser repassadas pelo telefone (41) 3224-6822.









7 de mai. de 2012

Garoto de 13 anos está DESAPARECIDO - Ajude a encontrar!



Paulo Ricardo da Rosa Chaves - desaparecido

O adolescente Paulo Ricardo da Rosa Chaves, 13 anos, está desaparecido desde o dia 19 de abril, quando deveria ter ido buscar a irmã, Jéssica Brittes Chaves, nove anos, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Jardim Outeiral, em Viamão. Pai dele, Marcelo de Oliveira Chaves, 35 anos, acredita que Paulo Ricardo não deixaria Jéssica e o outro irmão, Leonardo, três anos, sozinhos.



Ajude a encontrar -  Se você tem alguma informação, ligue para 8565-8980 ou para 0800-642-6400.



Ainda sem testemunhas
Diariamente, Paulo Ricardo cuidava dos irmãos enquanto os pais trabalhavam. Por volta do meio-dia, com os menores, ele saía da residência, na Rua Primeiro-Sargento Euclides Barachini, no Bairro Sítio Alvorada, em Viamão. Deixava Leonardo para ser cuidado por uma vizinha e caminhava com a irmã até a Parada 29.
Lá, sempre tomava a linha Parada 21 para descer próximo à escola. Até agora, a polícia não localizou pessoas que tenham visto o rapaz por ali. E ninguém sabe o que aconteceu naquele dia.
Vizinha foi a última a vê-lo
A florista Maria Cleci Rodrigues da Siciliana, 50 anos, afirma que Paulo Ricardo, na manhã em que desapareceu, comprou um brinco e uma pulseira. E, entre 8h e meio-dia, o guri consertou o motor de uma bomba d'água da comerciante - apesar da pouca idade, Paulo Ricardo fazia pequenos consertos na vizinhança.
- Todo mundo na vila se conhece e ficamos de olho. Ele é um guri bom, não tenho do que reclamar - relembra Cleci.
A família do menino se mudou há cerca de quatro anos para o local, a fim de fugir das más companhias de onde vivia antes.
Vítima teria ido atrás de bicicleta
Mas o pai conta ter estranhado que, recentemente, Paulo fazia amizade com adolescentes mais velhos. Um garoto de 17 anos foi localizado pela polícia, na tentativa de refazer seus últimos passos. Amigos do menino contam que alguém teria oferecido a ele uma bicicleta naquele dia.
- É possível que ele tenha ido buscar uma bicicleta que não existia - acredita o pai.
Caminho até o colégio é de cerca de 2km
Além da possibilidade de ter saído à procura de uma bike, outra hipótese levantada pelo pai de Paulo Ricardo é de que o filho tenha ido buscar os irmãos quando desapareceu. O caminho que o adolescente faria de casa até a escola Jardim Outeiral é de cerca de 2km e, em média, demora pouco mais de 15 minutos pra ser percorrido.
- Já choramos muito, pois não entendemos o que houve. Algumas pessoas dizem que o viram no bairro, mas quando a gente vai e descobre quem é, nunca é meu filho - lamenta Marcelo.
Com a notícia de que um garoto parecido com ele teria sido visto em Porto Alegre, a família começou a espalhar cartazes, ontem, até as imediações da Avenida Antônio de Carvalho, Zona Norte da Capital.
- Estamos largando fotos por tudo que é canto. Ele nunca saiu assim. Se está perdido, vai parar para pedir comida, ele é muito esperto. Roubar, jamais - diz o pai.
Buscas feitas em um açude
As investigações da Delegacia da Criança e do Adolescente (Deca) levaram os policiais a um açude na Estrada São Caetano, no Bairro Lami, na tarde de sexta-feira. Pedaços de roupas foram encontrados e um tênis foi reconhecido pela madrasta de Paulo Ricardo, a auxiliar de cozinha Rozele Rodrigues Brittes, 28 anos, que o cria desde os dois anos.
Após as buscas, com auxílio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros, nada foi encontrado. De acordo com o delegado Leandro Cantarelli, os trabalhos serão retomados hoje.
- Fizemos um perfil com a família e com conhecidos para tentar descobrir o que pode ter acontecido. Vamos continuar checando as pistas que temos - antecipou o policial civil.
Ajude a encontrar
Se você tem alguma informação, ligue para 8565-8980 ou para 0800-642-6400.

Fonte: Agência RBS - Diário Gaucho

20 de abr. de 2012

Preciso de Ajuda - Renato


"Meu pai me carregava num carrinho de papelão
 e me dava maria-mole" 


Renato tinha cerca de 5 anos quando saiu da sua casa, em uma vila do Bairro da Consolação, na capital em São Paulo, para comprar um lanche na avenida Paulista.

 Buscando em suas poucas lembranças, ele conta:
"Meu pai me carregava num carrinho de papelão e me dava maria-mole e eu tinha uma irmãzinha de mais ou menos um aninho e tinha um irmão mais ou menos do meu tamanho."

"Um escrivão me encontrou e perguntou se eu sabia voltar pra casa. Eu disse que não. Ele me levou até a delegacia. Demos uma volta de carro, mas não adiantou"  Renato então foi levado para o Educandário de São Paulo onde ficou até os 14 anos. De lá foi transferido para Araras onde permaneceu até os 16 e depois Batatais até os 18.
"Depois vim pra Ribeirão e fiquei morando na rua por 15 dias. Consegui emprego pra entregar panfleto, fazer xerox e hoje trabalho varrendo a praça Carlos Gomes", conta. O gari pretende, no fim do ano, quanto estiver de férias, passar um mês na capital. "Vou ficar na rodoviária de São Paulo, segurando o mesmo cartaz", diz ele esperançoso.
A  ideia do cartaz surgiu enquanto ele distribuía panfletos de publicidade na rua. 
Facebook
Renato hoje mora em Ribeirão e dedica alguns minutos de cadia para ficar nas ruas segurando seu cartaz  onde escreveu as poucas informações que possui.
A idéia do cartaz chama a atenção de quem passa e num desses dias, mais exatamente em 10 de abril, uma jovem que mora em Ribeirão Preto ficou comovida com aquele moço de olhar triste pedindo ajuda. Nanda conta, "resolvi tirar uma foto e postar, para a galera do face compartilhar... Não custa nada, né?!" 
A iniciativa da jovem rendeu muitos milhares de compartilhamentos na rede e em poucos dias a foto de Renato com o cartaz ganhou espaço, se espalhando pelo Brasil.
40 anos se passaram desde o dia em que se perdeu  na Consolação. Hoje ele mora na zona norte do Ipiranga e acalenta um sonho; reencontrar sua família, seus pais, seus irmãos. 
Ele só sabe que se chama RENATO.  O sobrenome Almeida e data de nascimento fictícia, 25 de outubro de 1972  foram  dados pela   Assistente Social que o recebeu.  Esta data é o dia em que ele foi encontrado.
VAMOS AJUDAR RENATO? Quem souber de uma criança desaparecida em 1972,  entre em contato:  contatodesaparecidos@gmail.com
Fonte: Desaparecidos do Brasil

Divulgação permitida desde que citada a fonte.