10 de mai de 2012

Victor Scarmato - Pai recupera o bebê - Saiba toda a história


Em entrevista exclusiva cedida a TV Web, o pai do pequeno Victor Scarmato, supostamente sequestrado pela mãe,  conta sua versão dos fatos. 


Entenda o caso:


Victor Scarmaro -
O sequestro de Victor Scarmato ganhou grande repercussão na rede social durante o último mês, devido a polêmica gerada por várias informações contraditórias, onde inicialmente foi dado como desaparecido,  depois surgiu a denúncia de sequestro. Mais adiante, a mãe informava que as denúncias eram falsas e que o bebê estava  com ela. Esta semana, o pai informa que recuperou (?) o bebê.




Uma grande comoção tomou conta de todos quando foi anunciado o desaparecimento de uma linda criança (foto) com o seguinte texto: "“Bebe Vitor Scarmato de 10 meses está desaparecido, da cidade de Luís Eduardo Magalhaes – BA, desde dia 14/4, (sábado) às 17h00min da tarde, estava com macacãozinho branco e fininho. " .   Imediatamente,  milhares  de cliques compartilharam a foto na rede social, alcançando blogs e a mídia impressa e falada.

A curiosidade normal em casos assim, para saber detalhes do ocorrido, número do B.O. e outras informações,  levaram  muitos a formularem perguntas para a tia do menino, a Polyana, que postou a foto do pequeno Victor na sua página do Facebook, mas não obtiveram respostas,  até que, algumas semanas após o anunciado desaparecimento, surgiu uma informação que o bebê teria sido sequestrado pela própria mãe.

Sequestro:

Um comunicado assinado por uma pessoa que se identificava como sendo o advogado da família do pai, informava que a mãe havia sequestrado o menino, que o caso em processo na justiça era sigiloso, e não poderiam  prestar mais informações.


A mãe

Enquanto isso,  ela anunciava que  seu filho estava com ela e que ele não estava sequestrado!

A versão da mãe:

Em sua página no Facebook, a Sra. Cristina Campos que mora na Espanha, conta que o pai do menino, seu ex-marido o Sr. Ricardo Scarmato pediu para trazer o filho ao Brasil porque queria apresentá-lo à sua família e que retornaria à Espanha em 30 dias, devolvendo-lhe seu filho, mas ele não cumpriu o acordo.

Cópia do Relato :
"Ela largou o emprego, veio ao Brasil junto com outro filho, que necessita de atenção especial, desembarcou em São Paulo, pois Ricardo Scarmato de início havia dito que estaria lá, enfrentou 36 horas de ônibus até a Bahia, gastou e está gastando todas suas economias, pra reaver seu filho, O pai Ricardo Scarmato, disse a todos que o menino foi sequestrado pela mãe, sem mais informações, tentava ele conseguir mais provas de suposto sequestro. A avó materna do menino, que mora na Espanha, encontra-se ainda no Brasil confirmou todo o falso sequestro. Ricardo Scarmato, está em seu poder o passaporte de Victora.  A mãe já está sendo orientada e vai retirar um novo documento para retornar a Espanha. O menino é espanhol, a mãe em nenhum momento deu a guarda do filho ao pai, ela apenas confiou e o autorizou a vir para o Brasil, com o intuito dele ser devolvido após as férias. O pai Ricardo Scarmato, disse a algumas pessoas, que Cristina Campos, havia dado a guarda do Victor pra ele, pois ela não o queria e que agora, depois de alguns amigos e familiares não concordarem com a atitude dela, ela havia se arrependido. Cristina tem outros três filhos do 1° casamento, dois deles estão com a avó paterna, pois na época em que ela se mudou pra Espanha, os filhos estavam em período escolar com o intuito de leva-los em outra oportunidade. Com o apoio dos internautas na campanha do suposto sequestro e com as leis brasileiras, tentando assim,manter o menino no Brasil.
Fonte: Cristina Campos (Mãe de Vitor)

Polêmica:
Com informações tão contraditórias e o contínuo silêncio de Polyana que havia começado tudo, postando a foto do desaparecimento de Victor na net,  a indignação começou a tomar conta das pessoas que compartilharam  acreditando tratar-se realmente de um desaparecimento motivado por algum crime.  Com a declaração do suposto advogado afirmando que era um caso de briga judicial pela  guarda da criança, as pessoas começaram a  sentir-se usadas e manipuladas pelo interesse de uma das partes, fazendo-se valer de uma mentira e o emocional das pessoas para alcançar  seu objetivo.

Após a entrevista do pai para a TV Web, inúmeras páginas que continham a declaração do advogado foram deletadas.

Prisão:
Em 2 de maio, a Delegacia de Crimes Eletrônicos de Serra, entra em contato com o pai da criança e informa que sua ex-mulher teria ido prestar queixa contra ele, porém havia ficado presa por ter mandado de prisão expedido em 2004. A mãe de Victor teria ido a Delegacia para denunciar Ricardo Silveira por ele ter espalhado nas redes sociais da internet que o filho estaria desaparecido.  A Delegacia não informou qual a acusação que havia contra ela, mas não era nada relacionado ao filho. Com a prisão da mãe, a criança foi entregue ao pai, mas o caso ainda não foi encerrado. Muita coisa ainda deve acontecer neste caso tão polêmico onde, mais uma vez.  uma criança inocente é  vítima e alvo  das  atitudes dos próprios pais.

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Entrevista do pai cedida  a TV WEB contando sua versão dos fatos.


O menino Victor Scarmato Santos, de 11 meses, que estava desaparecido desde o dia 14 de abril, foi encontrado em Serra, região de metropolitana de Vitória (ES), na tarde de quarta-feira, 2, em companhia de sua mãe, a profissional em hotelaria Regy Cristina Santos Lucas, 32 anos. O pai da criança, o administrador Ricardo Scarmato Silveira, 40, recuperou Victor em uma delegacia da cidade capixaba. O fato só foi anunciado na manhã deste sábado, 5. 

Segundo Ricardo Silveira, ele e Regy estavam separados e a mãe da criança esteve em Luís Eduardo Magalhães para visitar o bebê, no início de abril. No final da tarde de 14 de abril, de acordo com o pai, Regy teria desaparecido com Victor. 

Ricardo Silveira registrou queixa na delegacia de Luís Eduardo e procurou por um advogado para cuidar do caso. “No dia seguinte ao sumiço dela (Regy) e do meu filho, fui informado por um passageiro de um ônibus, que saiu de Barreiras com destino a Salvador, que uma mulher com as características da minha ex-mulher estava com um bebê no colo teria ajudada por ele naquela linha”. O homem, que não se identificou, teria mantido contato com Ricardo Silveira após ter visto na internet as informações do desaparecimento de Victor. 

No dia 16 de abril, familiares de Ricardo Silveira teriam recebido informações de que Regy e o bebê estariam em Serra, região metropolitana de Vitória (ES), cidade onde moram familiares da mãe da criança. Imediatamente, Ricardo Silveira acionou a justiça. “Eu não tinha nenhum contato da minha ex-mulher, por isso procurei pela justiça”. 

No dia 23 de abril, foi expedida uma carta precatória, pelo juiz da Vara de Família, Pedro Godinho, para que Ricardo Silveira fosse buscar seu filho. No dia 25 de abril, o administrador foi até Serra com o documento e o apresentou em uma delegacia local. Oficiais de justiça foram, por duas vezes, até a residência em que Regy estaria com o menino, mas não a encontraram.
Somente no dia 2 de maio é que Ricardo Silveira, ainda em Serra, recebeu o telefonema da Delegacia de Crimes Eletrônicos com a informação de que sua ex-mulher teria ido prestar queixa contra, porém havia ficado presa por ter mandado de prisão expedido em 2004. Regy iria denunciar Ricardo Silveira por ele ter espalhado nas redes sociais da internet que o filho estaria desaparecido. 

Ricardo Silveira foi informado de que poderia recuperar seu filho, que estava na delegacia. “Eu fiquei surpreso pela notícia de que ela era procurada pela polícia. Por um lado foi bom eu poder ter meu filho de volta, mas por outro foi péssimo por toda a humilhação pela qual a Regy passou”, afirmou Ricardo Silveira.
Segundo o administrador, ele e sua ex-mulher se conheceram em 2008, em Roses, norte da Espanha, e casaram-se em 2009. Quando Victor estava com seis meses, no final de 2011, os dois se divorciaram e Ricardo Silveira retornou ao Brasil para Barretos (SP), sua cidade natal, em companhia do menino. “Voltei ao país com autorização do Consulado do Brasil e com consentimento da minha ex-mulher”, afirmou. No início de 2012, o administrador mudou-se com a criança para Luís Eduardo Magalhães a convite da irmã. Segundo Ricardo Silveira, jamais houve atrito entre ele e Regy em relação à guarda da criança. “Minha ex-mulher veio ao Brasil e ficou cerca de 15 dias em Luís Eduardo Magalhães para visitar o bebê. Não entendi essa atitude dela”, disse. A Delegacia de Crimes Eletrônicos de Serra não informou por qual tipo de crime Regy Lucas era procurada.  (A TV WEB agradece a disponibilidade do advogado deste caso por querer esclarecer o ocorrido.  A TV WEB FOI O PRIMEIRA VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO A CONSEGUIR ESTA ENTREVISTA COM O ADVOGADO DO CASO VITOR SCARMATO.
TV WEB )

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8 de mai de 2012

Jhulie Gabriele 11 anos ENCONTRADA.

ATUALIZAÇÃO 11/5/2012 -
VOLTOU PARA CASA -


 Jhulie Gabriele Carvalho Pinto, de 11 anos, voltou para casa, em Araucária, também na RMC, na última quarta-feira (9). 

Juhle tinha saído de casa na última quinta-feira (3). Ela e uma prima de 14 anos, que também estava sumida, apareceram juntas. Desde o início a polícia deu tratamento diferente ao caso, já que ela teria pego pertences pessoas antes de desaparecer. As duas foram levadas até o Conselho Tutelar e em seguida para a Delegacia do Adolescente na capital para levantar o paradeiro de ambas e se houve algum tipo de abuso.


FONTE: SICRIDE -




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JHULIE GABRIELE CARVALHO PINTO ESTÁ DESAPARECIDA EM ARAUCÁRIA-PR.

O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou nesta semana as imagens de duas meninas que desapareceram na última semana. Estefani Vitoria Rochinski, de 9 anos, foi vista pela última vez quando saída de casa para a escola, em Porto Amazonas, no sul do Estado, enquanto que Jhulie Gabriele Carvalho Pinto, de 11 anos, desapareceu em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com a delegada-chefe do Sicride, Daniele Oliveira Serighelli,  Jhulie teria informado a família que iria sair com uma prima de 15 anos, no na quinta-feira (05), mas não voltou para casa.

O Sicride solicita que informações sobre o paradeiro das meninas podem ser repassadas pelo telefone (41) 3224-6822.

Stefani Vitória, 9 anos está desaparecida



Estefani Vitoria Rochinski está desaparecida no Paraná.


O caso está sendo investigado pelo SICRIDE, polícia especializada em desaparecimentos.

O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou nesta semana as imagens de duas meninas que desapareceram na última semana. Estefani Vitoria Rochinski, de 9 anos, foi vista pela última vez quando saída de casa para a escola, em Porto Amazonas, no sul do Estado, enquanto que Jhulie Gabriele Carvalho Pinto, de 11 anos, desapareceu em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com a delegada-chefe do Sicride, Daniele Oliveira Serighelli, Stefani desapareceu na última sexta-feira (04), por volta das 7h30. O motorista do ônibus que levaria a garota à escola informou que ela não apareceu na sexta-feira. As diligências para localizar a menina foram iniciadas no sábado. No outro caso, Jhulie teria informado a família que iria sair com uma prima de 15 anos, no na quinta-feira (05), mas não voltou para casa.

O Sicride solicita que informações sobre o paradeiro das meninas podem ser repassadas pelo telefone (41) 3224-6822.









7 de mai de 2012

Garoto de 13 anos está DESAPARECIDO - Ajude a encontrar!



Paulo Ricardo da Rosa Chaves - desaparecido

O adolescente Paulo Ricardo da Rosa Chaves, 13 anos, está desaparecido desde o dia 19 de abril, quando deveria ter ido buscar a irmã, Jéssica Brittes Chaves, nove anos, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Jardim Outeiral, em Viamão. Pai dele, Marcelo de Oliveira Chaves, 35 anos, acredita que Paulo Ricardo não deixaria Jéssica e o outro irmão, Leonardo, três anos, sozinhos.



Ajude a encontrar -  Se você tem alguma informação, ligue para 8565-8980 ou para 0800-642-6400.



Ainda sem testemunhas
Diariamente, Paulo Ricardo cuidava dos irmãos enquanto os pais trabalhavam. Por volta do meio-dia, com os menores, ele saía da residência, na Rua Primeiro-Sargento Euclides Barachini, no Bairro Sítio Alvorada, em Viamão. Deixava Leonardo para ser cuidado por uma vizinha e caminhava com a irmã até a Parada 29.
Lá, sempre tomava a linha Parada 21 para descer próximo à escola. Até agora, a polícia não localizou pessoas que tenham visto o rapaz por ali. E ninguém sabe o que aconteceu naquele dia.
Vizinha foi a última a vê-lo
A florista Maria Cleci Rodrigues da Siciliana, 50 anos, afirma que Paulo Ricardo, na manhã em que desapareceu, comprou um brinco e uma pulseira. E, entre 8h e meio-dia, o guri consertou o motor de uma bomba d'água da comerciante - apesar da pouca idade, Paulo Ricardo fazia pequenos consertos na vizinhança.
- Todo mundo na vila se conhece e ficamos de olho. Ele é um guri bom, não tenho do que reclamar - relembra Cleci.
A família do menino se mudou há cerca de quatro anos para o local, a fim de fugir das más companhias de onde vivia antes.
Vítima teria ido atrás de bicicleta
Mas o pai conta ter estranhado que, recentemente, Paulo fazia amizade com adolescentes mais velhos. Um garoto de 17 anos foi localizado pela polícia, na tentativa de refazer seus últimos passos. Amigos do menino contam que alguém teria oferecido a ele uma bicicleta naquele dia.
- É possível que ele tenha ido buscar uma bicicleta que não existia - acredita o pai.
Caminho até o colégio é de cerca de 2km
Além da possibilidade de ter saído à procura de uma bike, outra hipótese levantada pelo pai de Paulo Ricardo é de que o filho tenha ido buscar os irmãos quando desapareceu. O caminho que o adolescente faria de casa até a escola Jardim Outeiral é de cerca de 2km e, em média, demora pouco mais de 15 minutos pra ser percorrido.
- Já choramos muito, pois não entendemos o que houve. Algumas pessoas dizem que o viram no bairro, mas quando a gente vai e descobre quem é, nunca é meu filho - lamenta Marcelo.
Com a notícia de que um garoto parecido com ele teria sido visto em Porto Alegre, a família começou a espalhar cartazes, ontem, até as imediações da Avenida Antônio de Carvalho, Zona Norte da Capital.
- Estamos largando fotos por tudo que é canto. Ele nunca saiu assim. Se está perdido, vai parar para pedir comida, ele é muito esperto. Roubar, jamais - diz o pai.
Buscas feitas em um açude
As investigações da Delegacia da Criança e do Adolescente (Deca) levaram os policiais a um açude na Estrada São Caetano, no Bairro Lami, na tarde de sexta-feira. Pedaços de roupas foram encontrados e um tênis foi reconhecido pela madrasta de Paulo Ricardo, a auxiliar de cozinha Rozele Rodrigues Brittes, 28 anos, que o cria desde os dois anos.
Após as buscas, com auxílio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros, nada foi encontrado. De acordo com o delegado Leandro Cantarelli, os trabalhos serão retomados hoje.
- Fizemos um perfil com a família e com conhecidos para tentar descobrir o que pode ter acontecido. Vamos continuar checando as pistas que temos - antecipou o policial civil.
Ajude a encontrar
Se você tem alguma informação, ligue para 8565-8980 ou para 0800-642-6400.

Fonte: Agência RBS - Diário Gaucho