27 de abr de 2013

Vídeo no Facebook mostra mulher sendo decapitada ao vivo

Um vídeo lançado esta semana na rede social do Facebook  causou grande alvoroço entre os usuários do site pelas imagens explícitas de uma mulher sendo decapitada.

Após milhares de curtidas,  compartilhamentos, comentários e denúncias o Facebook emitiu na sexta-feira (26) uma nota oficial informando que não retiraria o vídeo de suas páginas.

"As pessoas compartilham o vídeo para condená-lo e por isso não podemos removê-lo. Da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas”, disse a empresa.  “Embora o vídeo seja chocante, nossa postura está fundamentada na preservação dos direitos das pessoas de descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem”. 


O vídeo, aparentemente mexicano, mostra uma mulher sendo decapitada por supostos integrantes de uma
gangue mexicana. Até a publicação da reportagem (26), o conteúdo foi compartilhado por mais de 5,6 mil usuários do Facebook, teve quase 3,9 mil comentários e mais de 1,4 mil “Curtir”.

Leitora chocada

A estudante Jéssica Souza, ao ver o Feed de notícias na sua página do Facebook viu um amigo fazendo um comentário sobre um vídeo e curiosa foi ver do que se tratava. Chocada e assustada com as cenas  de violência entrou em contato com o jornal e contou o que havia acontecido.  
. “Ela recebeu porque um amigo comentou, e apareceu na Timeline dela. Pelo comentário que ele fez, xingando, ela foi ver por curiosidade. [Depois de assistir], ela me mandou mensagem dizendo que estava se sentindo mal”, relatou.  “Ela ficou bem chocada, assustada porque nunca tinha visto algo assim real".
Jéssica conta que, inicialmente, pensou que o vídeo fosse uma montagem.
 “Assisti até o final. Achei que não parece ser falso, mas ainda assim não acredito que alguém seja capaz de filmar isso e colocar numa rede social”, aponta.

Facebook volta atrás na decisão. 

No sábado (27)  mesmo com pessoas ainda compartilhando o vídeo no Facebook, ao denunciar as imagens na rede social, o usuário recebe a mensagem de que o vídeo foi analisado e que viola os padrões de comunidade do Facebook em violência gráfica.
"Analisamos o vídeo denunciado. Como ele viola nossos Padrões de comunidade em violência gráfica, incluindo sinais de danos a alguém ou a algo, ameaçadas à segurança pública ou roubo e vandalismo, foi removido. Informaremos (...) de que o vídeo dele foi removido, mas não divulgaremos quem o denunciou. O Facebook nunca divulga o nome de quem enviar uma denúncia”, diz a mensagem.
O que você pode e não pode  publicar no Facebook

O que pode e o que não pode
Segundo os termos de direito e responsabilidades do Facebook, a rede social está autorizada a remover qualquer conteúdo que infrinja os direitos autorais de alguém. Os usuários estão proibidos ainda de publicar conteúdo que "contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária".

É vedado também aos usuários publicarem conteúdo que "infrinja ou viole os direitos alheios ou a lei", informações financeiras confidenciais de ninguém no Facebook e que contenham quaisquer atos ilegais, equivocados, maliciosos ou discriminatórios.


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23 de abr de 2013

Homem internado em hospital argentino pode ser um brasileiro

Um jovem de 30 anos permanece internado numa  Clínica Médica na Argentina desde o final de 2011. A polícia o encontrou com poucos sinais vitais, a beira da estrada entre Ramada Paso e Itatí . Agora ele já está em condições de alta mas  o "Wilson", nome fictício que lhe foi dado pelos médicos, tem danos cerebrais decorrentes  do acidente e a esperança é  que sua família apareça. Acreditam que ele possa ser brasileiro.



Internado em Hospital da Argentina não sabe de onde veio - Ele pode ser um brasileiro


Em novembro de 2011 ele foi encontrado com ferimentos graves e foi levado para a sala de emergência. Ele entrou em coma e ficou durante muito tempo na UTI.

Quando foi encontrado vestia roupas femininas e tinha ao lado um saco com objetos de valor. Segundo deduções médicas ele poderia ter vindo do Brasil. Ele tem idade aproximada a 30 anos. Após todo esse tempo continua no hospital e já pode ter alta mas ele necessita de ajuda para  se alimentar devido a perda  de parte dos movimentos. O hospital lançou apelo  através de jornais  e quem mais possa divulgar na tentativa do ''Wilson" como foi apelidado, ser reconhecido por algum familiar.

INFORMAÇÕES - Entrar em contato com o Hospital José Ramón Vidal -
Endereço: Necochea 1050 (CP: 3400) Capital da província de Corrientes, Corrientes - Fone: (3783) 428453/421373